Lygia Pape (7 April 1927 – 3 May 2004) was a prominent Brazilian visual artist, sculptor, engraver, and filmmaker, who was a key figure in the Concrete movement and a later co-founder of the Neo-Concrete Movement in Brazil during the 1950s and 1960s. Along with Hélio Oiticica and Lygia Clark, she was a formative artist in the expansion of contemporary art in Brazil and pushed geometric art to include aspects of interaction and to engage with ethical and political themes.

Lygia Pape
Lygia Pape
Nova Friburgo,
Brazil

Current Exhibitions

Lygia Pape

Fondazione Carriero

28 Mar — 21 Jul
The exhibition at Fondazione Carriero recollects Brazilian artist Lygia Pape‘s forty-five-year career, which embraced different languages – from drawing to sculpture, video to dance, ranging into installation...

Past Exhibitions

Estratégias Conceituais (Conceptual Strategies)

Bergamin and Gomide
25/08/2018 — 20/10/2018

Mulheres Radicais: arte latino-americana, 1960-1985 (Radical Women: Latin American Art, 1960–1985)

Pinacoteca do Estado de São Paulo – Luz
18/08/2018 — 19/11/2018

Lygia Pape: A Multitude of Forms

The Met Breuer
20/03/2017 — 23/07/2017

The Hand Of The Brazilian People, 1969/2016

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP
02/09/2016 — 29/01/2017

Toda Percepción es una Interpretación: You are Part of It

Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO
30/11/2016 — 12/03/2017

Solo Shows

2018
Hauser & Wirth, New York, USA.
Ttéia 1,C, Moderna Museet, Stockholm, Sweden.

2017
A Multitude of Forms, The MET Breuer, New York.

2016
Hauser & Wirth, London.

2011/2012
Espaço Imantado / Magnetized Space (travelling exhibition), Museo Reina Sofia, Madri; Serpentine Gallery, Londres; Pinacoteca do Estado, São Paulo.

2008
But I fly, Galeria Graça Brandão, Lisbon.

2004
Galeria Graça Brandão, Porto.

2003
Galeria André Millan, São Paulo.

2001
Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro.

1999
Sedução II – Vai / Vem, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Toys, Galeria Casa Amarela, Rio de Janeiro.
Os amigos da gravura, Museu Chácara do Céu, Rio de Janeiro.
Galeria Canvas Arte Contemporânea, Porto, Portugal.

1998
Museo de Arte Carrillo Gil, Cidade do México.

1997
Galeria Vicente do Rego Monteiro – Fundação Joaquim Nabuco, Recife.

1996
Centro Cultural São Paulo – Espaço Caio Graco, São Paulo.
Galeria Ismael Nery – Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Rio de Janeiro.
Divisor (performance realizada nas ruas do Soho), New York.

1995
Galeria Camargo Vilaça, São Paulo.

1994
Narizes e Línguas, Centro Cultural São Paulo – Espaço Caio Graco, São Paulo.
Branco sobre Branco (decoração de Carnaval da Avenida Rio Branco), Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

1993
Incizione, Galeria L’Originale, Milan.

1992
Galeria Camargo Vilaça, São Paulo.
Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, Niterói.

1991
Ttéia #7, Galeria Ibeu, Rio de Janeiro.

1990
Amazoninos, Galeria Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.
Espaço Cultural Sergio Porto, Rio de Janeiro.
Lançamento do vídeo ‘Lygia Pape’ – RIOARTE, Rio de Janeiro.
Colar Poema, Ateliê da artista, Rio de Janeiro.

1988
Lygia Pape Neoconcreta, Galeria Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.

1985
Esculturas, Galeria ArteEspaço, no Rio de Janeiro.

1984
Ballet Neoconcreto, Teatro Villa-Lobos, Rio de Janeiro.

1983
Divisor, Jardins do Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Divisor, Parque do Ibirapuera, São Paulo.
Lançamento do livro “Lygia Pape”, coleção ABC Funarte.
O olho do guará (Objetos e Gravuras Neoconcretas), Galeria ARCO – Arte Contemporânea, São Paulo e no Centro Empresarial Rio, Rio de Janeiro.

1980
Instalação: Ovos do Vento / Espaços Imantados, Galeria de Arte e Pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória.

1977
Espaços Poéticos – Ttéias, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
Projeto das Ttéias, de redes entre as árvores para crianças.

1976
Eat me – A Gula ou a Luxúria?, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e na Galeria ArteGlobal, São Paulo.

1975
40 Gravuras Neoconcretas, Galeria da Maison de France, Rio de Janeiro.
Facas de Luz, Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro.
Eat me – A Gula ou a Luxúria?, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

1971
O Homem e sua Bainha, Ateliê de Vargem Grande, Rio de Janeiro.
Espaços Imantados, Ateliê de Vargem Grande, Rio de Janeiro.
Língua Apunhalada, Ateliê de Vargem Grande, Rio de Janeiro.

1968
Ovo, Jardins do Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Divisor, Jardins do Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Roda dos Prazeres, Ateliê de Vargem Grande e no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

1967
Divisor – realizado numa favela no Rio de Janeiro.

1959
II Ballet Neoconcreto, Teatro da Praça (atual Teatro Gláucio Gil), Rio de Janeiro.

1958
I Ballet Neoconcreto, Teatro Copacabana, Rio de Janeiro.

Group Shows

 2018
Radical Women: Latin American Art, 1960–1985, Brooklyn Museum, Nova York, USA.
Concrete Matters, Moderna Museet, Stockholm, Sweden.
Memories of underdevelopment: art and the decolonial turn in Latin America, 1960-1985, Museo Jumex, Mexico City, Mexico.

2017
14a Bienal de Lyon / Mondes Flotantes, França.
Radical Women: Latin American Art, 1960–1985, Hammer Museum, Los Angeles, EUA.
Memories of Underdevelopment, MCASD Museum of Contemporary Art, San Diego, EUA.

2011
Europália.Brasil, Centre for Fine Arts, Bruxelas, Bélgica.
Tra – Edge of Becoming, Palazzo Fortuny, Veneza, Itália.
Itinerância da 29a Bienal de São Paulo, Palácio das Artes, Belo Horizonte.

2010
29a Bienal de São Paulo, Parque Ibirapuera, São Paulo.
Brasília e o Construtivismo: Um encontro adiado, Centro Cultural do Banco do Brasil, Brasilia.
Goeldi: O encantador das sombras, Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro.
Das Verlangen nach Form – O DEsejo de Forma, Neoconcretismo und zeitgenossische Kunst aus Brasilien, Akademie der Kunste, Berlim, Alemanha.
Tékhne, Salão Cultural MAB-FAAP, São Paulo.
El Gabinete Blanco, La Colección Jumex, Cidade do México.
Tropicália, Veneza, Itália.
SP-Arte – Banco Itaú, Instituto Itaú Cultural, São Paulo.
Por aqui, Formas tornam-se Atitudes, SESC Vila Mariana, São Paulo.
The secret History of Mondrian Fanclub – PART3: São Paulo, Baró Galeria, São Paulo.
Rio Experimental: Mas allá del Arte, El Poema y la Acción, Santander, Espanha.

2009
Target Practice: Painting Under Attack 1949-78, Seattle Art Museum, Seattle, EUA.
Hot Spots: Rio de Janeiro/Milano-Torino/Los Angeles, Kunsthaus Zürich, Zurique, Suíça.
53a Bienal de Veneza – Making Worlds Exhibition, Veneza, Itália.
When Lives Become Form: Contemporary Brazilian Art, 1960s to the present, Yerba Buena Center for the Arts, São Francisco, EUA.
Neoconcretismo – 50 ANOS, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Olhar da crítica – Arte premiada da ABCA e o acerco artístico dos palácios, ABCA, São Paulo.

2008
Arte ≠ Vida: Actions by Artists of The Americas 1960-2000, El Museo del Barrio, Nova York, EUA.
Time & Place: Rio de Janeiro, 1956-1964, Moderna Museet, Estocolmo, Suécia.
Enter Arte Arco 08 – Feira Internacional de Arte Contemporânea, Madri, Espanha.
Diálogo Concreto: Design e Construtivismo no Brasil, Caixa Cultural, Rio de Janeiro.
When Lives Become Form – Contemporary Brazilian Art: 1960’s to the present, Museum of Contemporary Art, Tóquio, Japão e The Hiroshima City Museum of Contemporary Art, Hiroshima, Japão.
Heavy Metal: Die Unerklärbare Leichtigkeit Eines Materials, Kunsthalle zu Kiel, Alemanha.
Nem é erudito nem é popular: Arte e Diversidade Cultural no Brasil, Exposição montada durante a TEIA (Encontro Nacional dos Pontos de Cultura), Museu Nacional, Brasília.
Amílcar de Castro e Sérgio Camargo: obras em madeira, Instituto de Arte Contemporânea, São Paulo.
Poéticas dos Sentidos, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Brasil Moderno, Moderna Museet, Estocolmo, Suécia.
Diálogo concreto: Design e Arte Concreta no Brasil, Caixa Cultural, Rio de Janeiro.

2007
Dimensions of Constructive Art in Brazil: The Adolpho Leirner Collection, The Museum of Fine Arts, Houston, EUA.
Entre a Palavra e a Imagem, Fundación Luis Seoane, A Coruña e Museu da Cidade, Lisboa, Portugal.
Anos 70: Arte como Questão, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo.
Nem é erudito nem é popular: Arte e Diversidade Cultural no Brasil, Palácio das Artes, Belo Horizonte.
Metrópolis, Espaço Oi Futuro, Rio de Janeiro.
New Perspective of Latin American Art, MoMA, Nova York, EUA.
Impressões Originais: A Gravura do século XV, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo.
O Banquete, Vera Cortês Agência de Arte, Lisboa, Portugal.

2006
Erótica: Os Sentidos Na Arte, Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.
Tropicália: A Revolution in Brazilian Culture, Museum of Contemporary Art, Chicago, EUA; Barbican Art Gallery, Londres, Inglaterra; Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal e The Bronx Museum of the Arts, Nova York, EUA.
Arte Moderna em Contexto, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro; Edifício-sede Banco Real, São Paulo e Instituto Cultural Banco Real, Recife.
Cruce de Miradas: Visiones de América Latina: Colección Patricia Phelps de Cisneros, Museo del Palacio de Bellas Artes, Cidade do México.
Concreta ’56: A raiz da forma, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Hélio Oiticica: The Body of Color, The Museum of Fine Arts, Houston, EUA e Tate Modern, Londres, Inglaterra.
MAM [na] OCA: Arte Brasileira do acervo do Museu do Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Acervo Artístico do Banco Real e Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Edifício sede do Banco – Av. Paulista, São Paulo e Instituto Cultural Banco Real, Recife.

2005
O Lúdico na Arte, Itaú Cultural, São Paulo.
Através ou Geometria Corrompida, Galeria Bergamin, São Paulo.
O Brasil da Terra Encantada à Aldeia Global, Palácio Itamaraty, Brasília.
Ecos y Contrastes: Arte Contemporáneo en la Colección Cisneros, Museo de Arte y Diseño, San José, Costa Rica.
Expresso Abstrato, Museu Imperial, Petrópolis.
Brasil Experimental, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Homo Ludens, Itaú Cultural, São Paulo.
Corpo, Itaú Cultural, São Paulo.
Accrochage, Galeria Graça Brandão, Portugal.
2004
O Preço da Sedução: do Espartilho ao Silicone, Itaú Cultural, São Paulo.
Tudo é Brasil, Paço Imperial, Rio de Janeiro e Itaú Cultural, São Paulo.
Visões Espanholas: Poéticas Brasileiras, Conjunto Cultural da Caixa, Brasília.
Arte Contemporânea no Acervo Municipal, Acervo Municipal do Centro Cultural São Paulo.
30 AArtistas, Mercedes Viegas Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.
A Arte da Gravura, SESC, Rio de Janeiro.
Pintura Reencarnada, Paço das Artes, São Paulo.
Divisor, Museé D’art Moderne et Contemporain/ MANCO, Suíça.
2003
IV Bienal do Mercosul, Porto Alegre.
Imaginando Prometeo: Imagining Prometheus, Palazzo della Ragione, Milão, Itália.
The Air is Blue, Casa Museo Luis Barragan, Cidade do México.
O Sal da Terra, Museu Vale do Rio Doce, Vila Velha.
A Subversão dos Meios, Itaú Cultural, São Paulo.
Projeto em Preto e Branco, Galeria de Arte Silvia Cintra, Rio de Janeiro.
Fiat Lux – A Luz na Arte, Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro.
50a Bienal de Veneza – La Dittatura dello Spettatore, Veneza, Itália.
Cuasi – Corpus: Arte Concreto y Neoconcreto de Brasil, Museo Tamayo, Cidade do México.
Seleção do acervo do Museu de Arte Moderna, São Paulo e a Coleção Adolpho Leirner.
Escultores, Esculturas, Pinacoteca do Estado, São Paulo.
Ordem X Liberdade, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Múltiplos Inéditos, HAP Galeria, Rio de Janeiro.
Poema Planar-Espacial, SESC Nova Friburgo e Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro.
2002
Enactments of the Self, The Steirischer Herbst Festival of New Art, Graz, Áustria.
Caminhos do Contemporâneo 1952-2000, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Paralelos: Arte Brasileira da segunda metade do século XX em contexto (Coleção Cisneros), Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Ceará redescobre o Brasil, Centro Cultural Dragão do Mar, Fortaleza.
Ibeu 1991-2001: uma década de arte contemporânea, Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro.
Arte Contemporânea: Novas Aquisições, Galeria Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal.
Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude, Rio de Janeiro.
Pot, Bienal de Liverpool, Inglaterra.
Atelier Finep, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Os 4 Elementos, Museu da Pedra, Cantanhede, Portugal.
Nefelibatas, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Geométricos e Cinéticos, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.
Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, Pinacoteca do Estado, São Paulo.
A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, Paço das Artes, São Paulo.
Arquipélagos – O universo plural do MAM, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, Museu do Trabalho, Porto Alegre e no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider, Passo Fundo.
Fragmentos a seu Ímã, Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio, Brasília.
Vivências: Dialogues between the works of Brazilian artists from the 1960s to 2002, New Art Gallery Walsall, Londres, Inglaterra.
2001
Forma Brazil: Lygia Pape & Geraldo de Barros, Americas Society, Nova York, EUA.
Brazil: Body and Soul, Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York, EUA.
Virgin Territory: Women, Gender & History in Contemporary Brazilian Art, National Museum of Women in the Arts, Nova York, EUA.
Citações/Situações: Uma Travessia Antológica por Galerias do Porto, Galeria do Palácio – Porto, Portugal.
Goemetric Abstraction: Latin American Art, Fogg Art Museum, Harvard University Art Museums, Cambridge, EUA.
A Imagem do som de Antonio Carlos Jobim, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Century City: Art and Culture in the Modern Metropolis, Tate Modern, Londres, Inglaterra.
Espelho Cego: Seleções de uma coleção contemporânea, Paço Imperial, Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna, São Paulo.
A Cor e suas Poéticas, Espaço Cultural Conselheiro Paschoal Cittadino – Tribunal de Contas do Estado, Rio de Janeiro.
Experiment Experiência: Art in Brazil 1958-2000, Museum of Modern Art, Oxford, Inglaterra.
Coleção Liba e Rubem Knijnik: Coleção Brasileira Contemporânea, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Lygia Pape e Nicola Tyson, Galeria Camargo Vilaça, São Paulo.
Rotativa – Fase 1, Galeria Fortes Vilaça, São Paulo.
Trajetória da Luz na Arte Brasileira, Itaú Cultural, São Paulo.
Investigações: A Gravura Brasileira, Itaú Cultural São Paulo, Penápolis e Brasília.
A Trajetória: O Experimento do Artista, A Trajetória e o Processo, Funarte, Rio de Janeiro.
2000
3 Histórias do Brasil: Artur Barrio, Antonio Manuel, Lygia Pape, Museu de Arte Contemporânea Serralves, Porto, Portugal.
Imagens Paradoxais, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
Ibeu – 60 Anos de Arte, Galeria Ibeu, Rio de Janeiro.
Projeto aquisição e coleção de obras, Fundação Cultural, Curitiba.
Brasil +500: Mostra do Redescobrimento, Parque Ibirapuera, São Paulo.
Obras contemporaneas de la colección en DirecTV, Venezuela Broadcast Center DirecTV.
Um oceano inteiro para nadar [Spanning an entire ocean], Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal.
Arte conceitual e conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, Museu de Arte Contemporânea da USP, São Paulo.
Territória Expandido II, SESC, São Paulo.
Situações: arte brasileira anos 70, Fundação Casa França–Brasil, Rio de Janeiro.
Coleção Brasil: 500 anos em Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Museu de Gravura da Cidade de Curitiba.
Século XX: Arte do Brasil, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
Heterotopías: Medio Siglo Sin-Lugar 1918–1968, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha.
Ação – Reunidos na Mostra, Museu de Arte Religiosa e Tradicional, Cabo Frio.
Et l’Art se met au Monde – Prologue pour la Biennale, Institut d’Art Contemporain – Villeurbanne – Frac Rhône-Alpes/ Nouveau Musée, França.
Quando o Brasil era Moderno, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Exposição de arte contemporânea do Casa Shopping, Galeria Casa Shopping, Rio de Janeiro.
1999
Philips Eletromídia da Arte: 3a Exposição Virtual, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Cuiabá, Belém, Salvador, Recife, Manaus e Campo Grande.
Campo Randômico, Museu do Telefone – Telemar, Rio de Janeiro.
Circa 1968, Museu de Arte Contemporânea Serralves, Porto, Portugal.
Cotidiano/Arte: A Técnica, Itaú Cultural, São Paulo.
Mostra Rio Gravura – ‘Impressões Contemporâneas’, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
LHL – Lygia Clark, Helio Oiticica e Lygia Pape, Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, Brasília.
1998
XVI Salão Nacional de Artes Plásticas (participação na comissão de seleção e premiação, e na mostra paralela ‘Vista assim do alto mais parece um chão’), Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e no Centro de Artes Funarte, Rio de Janeiro.
Out of Actions – Between Performance And The Object 1949/1979, The Museum of Contemporary Art at The Geffen Contemporary, Los Angeles, EUA; MAK Austrian Museum of Applied Arts, Viena, Áustria; Museu d’Art Contemporani, Barcelona, Spain e Hara Museum of Contemporary Art, Tóquio, Japão.
Teoria dos Valores, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro.
Grabados Brasileños Contemporaneos, Fundação Centro de Estudos Brasileiros, Buenos Aires, Argentina.
Fronteiras, Itaú Cultural, São Paulo.
Poéticas da Cor, Centro Cultural da Light, Rio de Janeiro.
Trinta anos de 68, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Perfil da Coleção Itaú, São Paulo.
XXIV Bienal de São Paulo.
Espelho da Bienal, Museu de Arte Contemporânea, Niterói.
Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
1997
Sala Especial do 25o Salão Nacional de Arte Moderna de Belo Horizonte, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte.
Palavreiro, Galeria Sergio Millet e Galeria Lygia Clark – Funarte, Rio de Janeiro.
Escultura – Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea, Niterói, Rio de Janeiro.
Tridimensionalidade, Itaú Cultural, São Paulo.
Brasil Reflexão 97: A arte Contemporânea da Gravura, Museu Metropolitano de Arte, Curitiba.
II Colóquio Latino-americano de Estética: Estética em Questão, Universidade do Estado, Rio de Janeiro.
A arte contemporânea da gravura, Museu Metropolitano de Arte, Curitiba.
1996
Projeto Brahma Reciclarte, Museu do Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
Transparências, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Tendências Construtivas no acervo do MAC/USP – Construção, Medida e Proporção, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Walk on the Soho Side, Nova York, EUA.
I Circuito Nacional de Art-door em Goiânia, Fundação Jaime Câmara, Goiânia.
O efêmero na arte brasileira: anos 60/70, Itaú Galeria, Brasília.
Desexp(l)os(ign)ição, Casa das Rosas, São Paulo.
Ex Libris / Home Page, Paço das Artes, São Paulo.
Impressões Itinerantes, Palácio das Artes, Belo Horizonte.
1995
Bienal Nacional de Santos, Centro de Cultura Patrícia Galvão, Santos.
Livro-Objeto: A Fronteira dos Vazios, Museu de Arte Moderna, São Paulo e no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Libertinos, libertários, Ministério da Cultura, Rio de Janeiro.
Mostra da Gravura da cidade de Curitiba, Curitiba.
Continuum: Brazilian Art 1960s – 1990s, University Gallery – University of Essex, Inglaterra.
Entre o desenho e a escultura, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Papel/ES, Espaço Universitário – Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória.
1994
Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal de São Paulo.
Grupo Frente 40 anos 1954-1994, Galeria do IBEU, Rio de Janeiro.
Projeto aquisição e coleção de obras, Fundação Cultural, Curitiba.
Brasil +500: Mostra do Redescobrimento, Parque Ibirapuera, São Paulo.
Obras contemporaneas de la colección en DirecTV, Venezuela Broadcast Center DirecTV.
Um oceano inteiro para nadar [Spanning an entire ocean], Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal.
Arte conceitual e conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, Museu de Arte Contemporânea da USP, São Paulo.
Territória Expandido II, SESC, São Paulo.
Situações: arte brasileira anos 70, Fundação Casa França–Brasil, Rio de Janeiro.
Coleção Brasil: 500 anos em Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Museu de Gravura da Cidade de Curitiba.
Século XX: Arte do Brasil, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
Heterotopías: Medio Siglo Sin-Lugar 1918–1968, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha.
Ação – Reunidos na Mostra, Museu de Arte Religiosa e Tradicional, Cabo Frio.
Et l’Art se met au Monde – Prologue pour la Biennale, Institut d’Art Contemporain – Villeurbanne – Frac Rhône-Alpes/ Nouveau Musée, França.
Quando o Brasil era Moderno, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Exposição de arte contemporânea do Casa Shopping, Galeria Casa Shopping, Rio de Janeiro.
1999
Philips Eletromídia da Arte: 3a Exposição Virtual, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Cuiabá, Belém, Salvador, Recife, Manaus e Campo Grande.
Campo Randômico, Museu do Telefone – Telemar, Rio de Janeiro.
Circa 1968, Museu de Arte Contemporânea Serralves, Porto, Portugal.
Cotidiano/Arte: A Técnica, Itaú Cultural, São Paulo.
Mostra Rio Gravura – ‘Impressões Contemporâneas’, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
LHL – Lygia Clark, Helio Oiticica e Lygia Pape, Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, Brasília.
1998
XVI Salão Nacional de Artes Plásticas (participação na comissão de seleção e premiação, e na mostra paralela ‘Vista assim do alto mais parece um chão’), Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e no Centro de Artes Funarte, Rio de Janeiro.
Out of Actions – Between Performance And The Object 1949/1979, The Museum of Contemporary Art at The Geffen Contemporary, Los Angeles, EUA; MAK Austrian Museum of Applied Arts, Viena, Áustria; Museu d’Art Contemporani, Barcelona, Spain e Hara Museum of Contemporary Art, Tóquio, Japão.
Teoria dos Valores, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro.
Grabados Brasileños Contemporaneos, Fundação Centro de Estudos Brasileiros, Buenos Aires, Argentina.
Fronteiras, Itaú Cultural, São Paulo.
Poéticas da Cor, Centro Cultural da Light, Rio de Janeiro.
Trinta anos de 68, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Perfil da Coleção Itaú, São Paulo.
XXIV Bienal de São Paulo.
Espelho da Bienal, Museu de Arte Contemporânea, Niterói.
Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
1997
Sala Especial do 25o Salão Nacional de Arte Moderna de Belo Horizonte, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte.
Palavreiro, Galeria Sergio Millet e Galeria Lygia Clark – Funarte, Rio de Janeiro.
Escultura – Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea, Niterói, Rio de Janeiro.
Tridimensionalidade, Itaú Cultural, São Paulo.
Brasil Reflexão 97: A arte Contemporânea da Gravura, Museu Metropolitano de Arte, Curitiba.
II Colóquio Latino-americano de Estética: Estética em Questão, Universidade do Estado, Rio de Janeiro.
A arte contemporânea da gravura, Museu Metropolitano de Arte, Curitiba.
1996
Projeto Brahma Reciclarte, Museu do Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
Transparências, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Tendências Construtivas no acervo do MAC/USP – Construção, Medida e Proporção, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Walk on the Soho Side, Nova York, EUA.
I Circuito Nacional de Art-door em Goiânia, Fundação Jaime Câmara, Goiânia.
O efêmero na arte brasileira: anos 60/70, Itaú Galeria, Brasília.
Desexp(l)os(ign)ição, Casa das Rosas, São Paulo.
Ex Libris / Home Page, Paço das Artes, São Paulo.
Impressões Itinerantes, Palácio das Artes, Belo Horizonte.
1995
Bienal Nacional de Santos, Centro de Cultura Patrícia Galvão, Santos.
Livro-Objeto: A Fronteira dos Vazios, Museu de Arte Moderna, São Paulo e no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Libertinos, libertários, Ministério da Cultura, Rio de Janeiro.
Mostra da Gravura da cidade de Curitiba, Curitiba.
Continuum: Brazilian Art 1960s – 1990s, University Gallery – University of Essex, Inglaterra.
Entre o desenho e a escultura, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Papel/ES, Espaço Universitário – Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória.
1994
Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal de São Paulo.
Grupo Frente 40 anos 1954-1994, Galeria do IBEU, Rio de Janeiro.
A Extensão da Arte – Helio Oiticica – Lygia Clark – Lygia Pape, Galeria Mario Pedrosa, Universidade Federal Fluminense – Niterói, Rio de Janeiro.
Pape / Apollinaire, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória.

Livro de Artista: O Livro-Objeto, Centro de Artes Visuais Raimundo Cela, Fortaleza.
Livro-Objeto: A Fronteira dos Vazios, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Amigos de Moriconi – O mestre da luz, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Impressões, Galeria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
O efêmero na arte brasileira: anos 60/70, Itaú Cultural, São Paulo.
1993
Brasil: Segni d’Arte – libri e video: 1950-1993, Fondazione Scientifica Querini Stampalia, Veneza, Itália; Biblioteca Nazionale Braidense Sala Maria Teresa, Milão, Itália; Biblioteca Nazionale Sala Dantesca, Florença, Itália e Palazzo Pamphili, Roma, Itália.
A presença do ready-made – 80 anos, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo.
Ultramodern: The Art of Contemporary Brazil, The National Museum of Women in the Arts, Washington D.C, EUA.
Brasil Contemporâneo, Casa da Imagem, Curitiba.
Feira Iberoamericana de Arte, Galeria Camargo Vilaça, São Paulo.
Papel novamente Papel, Museu Vivo da Memória Candanga, Brasília.
Exposição de Solidariedade a Cuba – ‘Uma Gota de Amor a Cuba’, Rio de Janeiro.
Direitos Humanos – Pintando a Solução (em benefício do plano de combate à fome e à miséria), Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Xilogravura: do cordel à galeria, Fundação Espaço Cultural da Paraíba, João Pessoa e na Companhia do Metropolitano de São Paulo.
1992
Escultura, 92: 7 Expressões, Espaço RB1 Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.
Brazilian Contemporary Art – Image Distribution Project, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
A caminho de Niterói, Paço Imperial, Rio de Janeiro.
Gravura de Arte no Brasil: Proposta para um mapeamento, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Bilderwelt Brasilien, Kunsthaus, Zurique, Suíça.
10a Mostra da Gravura da cidade de Curitiba/ Mostra América, Museu da Gravura, Curitiba.
1991
Imagem sobre Imagem, Espaço Cultural Sergio Porto, Rio de Janeiro.
Quase catálogo, 2: artistas plásticas no RJ, 1975-1985, Rio de Janeiro.
1a Rio Mostra, Galeria e Museu da Caixa Econômica Federal, Rio de Janeiro.
Construtivismo – Arte cartaz 40 50 60, Museu de Arte Contemporêanea da Universidade de São Paulo, São Paulo.
Rio de Janeiro 1959/1960 – Experiência Neoconcreta, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1990
Coerência – Transformação, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.
IX Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, Museu da Gravura, Curitiba.
Exposição Prêmio Brasília de Artes Plásticas, Museu de Arte de Brasília.
Projetos Arqueos, Fundição Progresso, Rio de Janeiro.
1989
Art in Latin America, The Hayward Gallery, Londres, Inglaterra; The National Museum and Modern Museet, Estocolmo, Suécia; Palácio Velazquez, Museu Reina Sofia, Madri, Espanha.
Nova Escultura para a Praça Mauá, Galeria de Arte do Centro Empresarial Rio, Rio de Janeiro.
Pequenas Grandezas dos anos 50: 30 anos do Neoconcretismo, Gabinete de Arte Cleide Wanderley, Rio de Janeiro.
Rio Hoje, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
XX Bienal de São Paulo.
1988
Papel no Espaço, Galeria Aktuel, Rio de Janeiro.
Ponte oara XXI, Rio Design Center, Rio de Janeiro.
1987
Connections Project / Conexus, Museum of Contemporary Hispanic Art (MOCHA), Nova York.
Madeira, Espaço Cultural Sergio Porto, Rio de Janeiro.
Algumas Mulheres, Galeria de Arte Ipanema, Rio de Janeiro.
Palavra Mágica, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), São Paulo.
1986
Exposição coletiva, Galeria de Arte Klee, Rio de Janeiro.
I Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, Parque do Cocó, Fortaleza.
1083ºC, Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro.
1985
Uma luz sobre a cidade, Galeria de Arte da UFF, Niterói, Rio de Janeiro.
Homenagem a Mário Pedrosa, Parque Lage, Rio de Janeiro.
Rio Narciso, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
1984
Madeira, Matéria de Arte, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Corpo e Alma: Fotografia Contemporânea no Brasil, Espaço Latino-Americano, Paris.
Rio de Cor – Segmentos de Muro / Partes de Arte, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro.
Convocação de 70 artistas para pintura de Mural na Rua Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
Noites Cariocas – projeto ‘Performance – As artes da Arte’, Morro da Urca, Rio de Janeiro.
Ciclo de Exposições: Neoconcretismo, 1959-1961, Galeria de Arte do Banerj, Rio de Janeiro.
Ciclo de Exposições: Grupo Frente, 1954-1956, Galeria de Arte do Banerj, Rio de Janeiro.
I Exposição Nacional De Arte Abstrata, Hotel Quitandinha, Rio de Janeiro.
A xilogravura na História da Arte Brasileira, Galeria Sergio Milliet e no Espaço Alternativo da Funarte, Rio de Janeiro.
Projeto Rádio Novela, Pontifícia Universsidade Católica (PUC), Rio de Janeiro.
Exposição de Ascânio MMM – participação com audiovisual sobre a escultura de Ascânio Monteiro, realizado por Lygia Pape e Sebastião Barbosa), Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
VI Mostra de Gravura da Cidade de Curitiba, Museu da Gravura, Curitiba.
1982
Contemporaneidade – Homenagem a Mário Pedrosa, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1980
Expoema -exposição de Poemas Visuais, Instituto de Letras – Universidade do Estado, Rio de Janeiro.
Homenagem a Mário Pedrosa, Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro.
1979
Ovos do Vento, Galeria Café das Artes, Hotel Meridien, Rio de Janeiro.
Homenagem a Paul Klee, Fábrica de linhas abandonada no Caju, Rio de Janeiro.
1978
Mitos Vadios – evento realizado em um terreno da Rua Augusta, São Paulo.
‘Galpão’ – galpão de Kim Steve, Brooklin, São Paulo.
Objeto na Arte Brasil anos ’60, Museu de Arte Brasileira (MAB), Faap, São Paulo.
1977
Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro e na Pinacoteca do Estado, São Paulo.
Galeria Arte Global 77, São Paulo.
1974
Mostra Coletiva, Galeria Jorge Glusberg, CAYC, Buenos Aires, Argentina.
1972
Desenhos, Galeria Grupo B, Rio de Janeiro.
1971
Um domingo de papel – manifestação da série ‘Domingo da Criação’, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1969
Orgramurbana – manifestação coletiva nos jardins do Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Participação com ‘Trilhas de Fogo’ [Fira Pach]: proposta construída com latas de fogo e com as quais foi escrito o nome MARIO (Pedrosa) numa homenagem ao crítico.
1968
Apocalipopotese – manifestação coletiva nos jardins do Aterro do Flamengo parte do evento ‘Arte no Aterro: um mês de arte pública’, com a participação do público em uma integração criativa, Rio de Janeiro.
1967
Nova Objetividade Brasileira, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1961
III Exposição Neoconcreta, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Exposição Prêmio Formiplac, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1960
Konkrete Kunst, Helmhaus Zurique, Suíça.
II Exposição Neoconcreta, Ministério da Educação, Rio de Janeiro.
Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, Museu de Arte Moderna, São Paulo.
IX Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
I Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, Hamburgo, Lisboa, Madri e Paris.
II Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, Utrecht, Holanda.
1959
I Exposição Neoconcreta, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Exposição Neoconcreta, Belvedere da Sé, Salvador, Bahia.
VIII Salão de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
V Bienal de São Paulo.
Brasilianische Kunst der Gegenwart, Städtisches Museum Leverkusen, Alemanha.
1958
VII Salão de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1957
IV Bienal Internacional de São Paulo.
VI Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
Arte Moderno en Brasil, Museu Nacional de Bellas Artes, Buenos Aires, Argentina.
Poemas-Luz, Palácio de Cristal, Petrópolis, Rio de Janeiro.
Livros Poemas, Redação do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro.
1956
III Exposição do Grupo Frente, Itatiaia Country Club.
Exposição do Grupo Frente, Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda, Rio de Janeiro.
I Exposição Nacional de Arte Concreta, Museu de Arte Moderna, São Paulo e no Ministério da Educação, Rio de Janeiro.
Exposição Internacional de Arte Concreta, Kunsthaus, Zurique, Suíça.
V Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1955
II Exposição do Grupo Frente, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
III Bienal de São Paulo.
IV Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro (antiga Dezon), Rio de Janeiro.
IV Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia, São Paulo.
1954
I Exposição do Grupo Frente, Galeria IBEU, Rio de Janeiro.
Exposição no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1953
Exposição Nacional de Arte Abstrata, Hotel Quitandinha, Petrópolis.
III Salão de Naturezas Mortas, SAPS, Rio de Janeiro.
II Bienal de São Paulo.
II Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1952
I Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1951
III Exposição Anual de Pinturas, Associação Metropolitana de Belas Artes, Salão Nobre do Ginásio Estadual, Petrópolis.

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